27 de outubro de 2018Nenhum comentário

IV Festival Radioca reúne 11 shows em três dias

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Pela primeira vez ocupando o Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho, evento de música brasileira, patrocinado pelo Natura Musical, Cerveja Devassa e Estado da Bahia, destaca diversidade de origens e presença da mulher

A música que você ainda vai ouvir. Este é o espirito do Festival Radioca, evento realizado em Salvador que mapeia a música brasileira contemporânea e apresenta suas apostas sobre o que o público interessado vai curtir experimentar, ver ao vivo, incluir na sua rotina. A 4ª edição ocorre de 9 a 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho, apresentando 11 shows em três dias. Neste ano, destaca-se a diversidade de origens da escalação, vinda de sete estados diferentes, ao mesmo tempo em que a presença de baianos é recorde: serão cinco as atrações da Bahia. Ainda é potente a seleção feminina, com quatro cantoras em carreira solo demonstrando a razão de estarem na lista dos principais acontecimentos da cena musical do país.

Na noite de abertura da sexta-feira (9/11), a partir das 19h, estão na grade Sonora Amaralina (BA), Wado (AL) e Academia da Berlinda (PE). No sábado (10/11), a partir das 16h, a lista inclui Maria Beraldo (SP), The Baggios (SE), Larissa Luz (BA) e Letrux (RJ). Já o domingo (11/11), também iniciando às 16h, é a vez de Duo B.A.V.I. (BA), Don L (CE), Luedji Luna (BA) e Maglore (BA). Ingressos individuais para cada data e um superpassaporte para os três dias estão disponíveis em www.sympla.com.br/radioca2018 e nas lojas Midialouca.

“Mais uma vez o festival prima pela qualidade e diversidade de nossa música, sem se ater a estilos ou formatos. Gostamos de levar ao público o que ele conhece e gosta dessa produção contemporânea, mas também fazemos questão de apresentar possibilidades, provocar os instintos com algo que ele pode gostar mesmo ainda não conhecendo”, afirma o jornalista Luciano Matos, um dos curadores do Radioca, ao lado dos músicos Roberto Barreto e Ronei Jorge. Este mesmo trio é o condutor do Programa Radioca, veiculado há uma década pela Rádio Educadora FM Bahia, e que originou a criação do festival. Para a seleção da grade, eles buscam seguir a lógica do programa e apresentar artistas relevantes em atividade no Brasil, fisgando pérolas já reconhecidas ou que merecem ser (mais) conhecidas, unindo gente que está despontando ou em reinvenção na carreira. “Não é uma diversidade gratuita. Temos a música brasileira em sua riqueza, rap, música experimental, rock, samba, música latina, tudo junto. E é por isso também que a Bahia se destaca. Temos um cenário muito rico e fértil aqui, ganhando cada vez mais força nacionalmente. Continuamos valorizando isso, dando respaldo a nomes que acreditamos estarem produzindo uma nova identidade musical baiana”, conclui Luciano.

O Festival Radioca tem patrocínio de Natura Musical, parceiro pelo terceiro ano, da Cerveja Devassa e do Estado da Bahia, via Fazcultura. “Desde 2017, o programa patrocina festivais que trazem aos palcos uma diversidade de artistas e bandas capazes de amplificar debates contemporâneos. Eventos como o Festival Radioca ampliam as oportunidades de palco para os artistas e contribuem para a formação e ampliação de um público jovem para a música brasileira”, afirma Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

O evento conta ainda com uma feira, desta vez assumida pela Pedra Papel Tesouro (PPT), iniciativa estabelecida na rotina soteropolitana há dois anos, que reúne impressos, paisagismo e gastronomia, fomentando o mercado criativo local. Artistas, designers e editores apresentam e comercializam sua produção, numa seleção que busca a qualidade e a autenticidade. “Nosso desafio é continuar proporcionando ao público a melhor experiência possível com a música e estamos muito animados em nos desafiarmos num novo lugar, dessa vez. Vamos utilizar a Quincas de uma forma diferente, não vemos a hora”, conta Carol Morena, coordenadora do Radioca.

O ESPAÇO – Um dos três largos dedicados a eventos e espetáculos no Pelourinho, coração do Centro Histórico de Salvador e um dos principais pontos turísticos e de lazer da cidade, o Largo Quincas Berro d’Água, recém-reformado, será transformado pelo Radioca. Como já é tradicional em sua realização, o evento trará ao espaço uma ambientação própria, personalizando o acolhimento aos artistas e público com conforto, belas surpresas e a qualidade de sempre.

O Quincas tem seu nome inspirado no protagonista do livro “A morte e a morte de Quincas Berro d’Água”, de Jorge Amado. Criado na década de 1990, reaberto em dezembro passado com infraestrutura requalificada, instalações modernizadas e normas de segurança atualizadas, o local ocupa área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), sendo gerido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) e pelo Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), vinculados à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

ATRAÇÕES
LETRUX (RJ) – Em seu primeiro show de carreira solo em Salvador, a cantora vem com a turnê do álbum de estreia, “Letrux em Noite de Climão”, lançado no ano passado e eleito melhor disco do ano pelo Superjúri do Prêmio Multishow.

MAGLORE (BA) – Maior nome do pop-rock contemporâneo da Bahia e um dos grandes expoentes da cena nacional, a banda comemora um ano de lançamento do aclamado “Todas as Bandeiras”, num show especial e inédito na cidade, acompanhado de um trio de metais.

DON L (CE) – Um dos mais inovadores, ousados e provocadores nomes do rap e da música brasileira atual. Em turnê do disco “Roteiro pra Aïnouz, Vol.3”, seus beats são ora sinuosos e melancólicos, ora furiosos, como sua forma de cantar.

LARISSA LUZ (BA) – Potência da música negra, soma à sua produção uma atitude engajada e ativista, fazendo da música ferramenta política. Mergulha na cultura afro-brasileira e mundial sob uma perspectiva feminina. Em 2019, lançará seu terceiro disco com apoio de Natura Musical.

ACADEMIA DA BERLINDA (PE) – Com quatro discos lançados em 14 anos, exibe em seu repertório os traços culturais de Olinda, da música pernambucana e afro-caribenha. O cotidiano, o amor e a boemia se emaranham com o cancioneiro popular, remetendo aos antigos clubes de dança das décadas de 1960 e 70.

WADO (AL) – No show de seu mais recente álbum, o elogiado “Precariado”, o repertório se inspira no samba para trazer a sonoridade pop, eletrônica e contemporânea presente em toda a obra do cantor e compositor, tendo um apanhado das faixas mais festivas de seus 10 discos.

LUEDJI LUNA (BA) – Estrela da música contemporânea da Bahia, tem sua carreira em franca ascensão a partir de seu primeiro disco, “Um Corpo no Mundo” (2017), nascido do encontro entre a negritude, a espiritualidade e o urbano. Música fluida, com referências que transitam. Foi selecionada pela Natura Musical para sair em turnê pelo Brasil ao longo deste ano.

THE BAGGIOS (SE) – Com 14 anos de estrada, a banda chega com uma novidade fresca – o álbum “Vulcão”, patrocinado pela Natura Musical, quarto da discografia, que será lançado em outubro. O disco é inspirado pelos sons africanos e orientais, em fusão com ritmos nordestinos.

MARIA BERALDO (SP) – Pela primeira vez em Salvador em carreira solo, a cantora, compositora e clarinetista apresenta o recém-lançado álbum “Cavala”. Experimenta sonoridades do pop, música eletrônica e música de ruído. Forte identidade, estruturas concisas, poucos elementos e curtas durações.

DUO B.A.V.I. (BA) – A dupla, formada por Anderson Petti e João Almy, une o berimbau e o violão num jogo de ambiências. Agrega a aparelhagem eletrônica para expandir possibilidades melódicas, modular frequências, criar overdubs e aplicar efeitos, interagindo com o violão. Será o primeiro show após lançamento do EP e de turnê pela Espanha.

SONORA AMARALINA (BA) – Formada por nove integrantes de longa estrada e de diferentes nacionalidades da América do Sul – Argentina, Chile, Uruguai e Brasil –, exprime tradições musicais latinas, especialmente o Cúmbia, música típica nacional da Colômbia.
IV FESTIVAL RADIOCA
9, 10 e 11 de novembro de 2018
No Largo Quincas Berro d’Água (Pelourinho)

GRADE DE ATRAÇÕES

- Sexta-feira, 9 de novembro, a partir das 19h
Sonora Amaralina (BA)
Wado (AL)
Academia da Berlinda (PE)

- Sábado, 10 de novembro, a partir das 16h
Maria Beraldo (SP)
The Baggios (SE)
Larissa Luz (BA)
Letrux (RJ)

- Domingo, 11 de novembro, a partir das 16h
Duo B.A.V.I. (BA)
Don L (CE)
Luedji Luna (BA)
Maglore (BA)

INGRESSO PARA SEXTA-FEIRA: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
INGRESSO PARA SÁBADO OU DOMINGO: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
SUPERPASSAPORTE PARA TRÊS DIAS: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia)

Preços finais de último lote
Venda online: www.sympla.com.br/radioca2018
Venda física: Midialouca (Rio Vermelho, 8h a 0h; Pelourinho, 9h às 13h e 14h40 às 18h)

18 de outubro de 2018Nenhum comentário

Entrevista com Wado

wado 2 credito Marcelo Camelo peq

O Radioca dá seguimento a uma série de entrevistas com as atrações da IV edição de seu Festival, que acontece de 9 a 11 de novembro, na Praça Quincas Berro D`Água, em Salvador. Nessa quarta entrevista, conversamos com o cantor e compositor Wado. O alagoano fala de seu novo disco "Precariado", de diversidade de sonoridades em sua música, do mercado independente, das dificuldades na carreira, além de comentar algumas de suas canções e pedir músicas de parceiros.

Veja também:
Entrevista com Don L
Entrevista com Letrux
Entrevista com Maria Beraldo

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- Você mais uma vez lança um novo disco, e quase sempre trazendo um conceito. Queria que falasse um pouco de "Precariado", qual ideia está por trás dele?

- E como foi o processo de composição do disco?

- Outra marca sua, é que você costuma trafegar por sonoridades diferentes, já fez axé, rock, pop, samba, funk, entre outros. Como é fazer isso e assim mesmo manter uma obra com personalidade tão própria?

- E como se sente hoje com dez discos nas costas?

- Você já é um dos veteranos dessa cena "independente", viu várias mudanças no mercado, de suportes, de modas. Como enxerga o mercado atual?

- E como você enxerga esse cenário atual da música brasileira, essa quase dicotomia entre ser independente ou ser ultra popular?

- E falando exclusivamente do cenário "independente", como tem visto a produção de artistas e bandas? Qual sua visão sobre a dificuldade de se entrar nos meios midiáticos?

- Queria que aproveitasse para destacar dois/ três nomes dessa cena e falasse um pouco deles.

- Tem uma coisa que sempre pedimos para nossos convidados no programa que é destacar duas de suas músicas e que fale um pouco delas.

- Você já se apresentou por aqui algumas vezes, queria saber como vai ser esse show, vai ser totalmente focado no "Precariado"? Ou vai ter coisas mais antigas também? O que você está preparando?

23 de setembro de 20181 comentário

Entrevista com Letrux

Letrux [Foto por Antonio Brasiliano] peq

O Radioca dá seguimento a uma série de entrevistas com as atrações da IV edição de seu Festival, que acontece de 9 a 11 de novembro, na Praça Quincas Berro D`Água, em Salvador. Nessa segunda entrevista, conversamos com a cantora carioca Letrux. Ela fala da criação e produção do disco "Em Noite de Climão", da sonoridade de sua música, da persona Letrux, do show em Salvador, das mulheres na música, além de comentar algumas de suas canções e pedir músicas de parceiros.

Veja também: Entrevista com Don L

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- Como foi o processo de terminar o Letuce e dar início ao Letrux? O que trouxe dele nesse novo trabalho?

- Como foi a criação e produção de 'Em Noite de Climão"?

- Queria que falasse um pouco de sua música, as referências, o que te move para compor, cantar.

- Essa sonoridade meio eletrônica retrô está em alta novamente e você utiliza muito bem, como chegou a esse resultado?

- O disco parece bastante autobiográfico, soa em alguns momentos como uma espécie de descarrego, de desintoxicação. É isso mesmo, ou ali é mais um personagem?

- Qual a importância de se fazer um disco nos dias de hoje?

- E como vê esse momento das mulheres ganhando mais espaço, conseguindo mostrar mais o que pensam na música? Percebe uma evolução real?

- Seu trabalho está em bastante evidência. Esse ano tem circulado por muitos festivais, tocando em vários estados. Como tem isso e como tem encarado isso? O que mudou?

- Já pensa em uma nova produção? Um novo disco? Como tem planejado o futuro?

- Tem duas coisas que sempre pedimos para nossos convidados no programa. Uma é que destaque duas de suas músicas e que fale um pouco delas.

- Outra coisa que sempre pedimos é para destacar dois artistas da atual musica brasileira e falar sobre eles.

- Você nunca se apresentou em Salvador, foi um dos shows mais pedidos antes do anúncio. Quais as expectativas e o que o público pode esperar?

15 de setembro de 20181 comentário

Entrevista com Don L

Don-L

O Radioca abre uma série de entrevistas com as atrações da IV edição de seu Festival, que acontece de 9 a 11 de novembro, na Praça Quincas Berro D`Água, em Salvador. Nessa primeira entrevista, o foco é o rapper cearense Don L. Ele fala de seu disco, da cena rapper, do show em Salvador, além de comentar algumas de suas canções e pedir músicas de parceiros.

Veja também: Entrevista com Letrux

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- Você é um cara que afirma que deseja que sua música toque para a maior quantidade possível de pessoa, que fala que gosta de dinheiro, mas que também quer realização artística. Como estão seus planos para isso?

- Você acha que falta essa ambição de querer mais do que apenas fazer música para essa geração atual mais ligada a essa dita "musica independente"?

- Você passou parte de sua vida em Fortaleza e fala não só da realidade de lá, como também do preconceito com o rap nordestino, e da dificuldades de ser um rapper do Nordeste. Como foi sua experiência com essas realidades?

- Em uma de suas letras você diz “eu sou comunista e curto carros”, fala em ler mais do que apenas "os títulos dos livros" em "fazia Sentido"? Trata de temas bem caros na sociedade atual, tanto essas dicotomias políticos, sociais, quanto a pouca profundidade. Este são temas que te incomoda muito, por que?

- No álbum, você traz provocações e cita artistas, rappers. Já vi você falando que cita quem respeita e que sente falta desse tipo de posição na música nacional. Como pensa isso?

- Você também faz críticas a São Paulo, o que a cidade traz de bom e de ruim em sua carreira.

- Acha que o respeito ao rap nordestino já vem mudando?

- Tem duas curiosidade que acho interessantes no "Roteiro pra Aïnouz Vol. 3', uma que ele foi lançado como uma espécie de roteiro musical para um filme imaginário dirigido pelo cearense Karim Aïnouz. Como é isso? De onde surgiu essa ideia?

- A outra é que você lançou uma trilogia começando do fim. Explica isso.

- Você já está trabalhando no volume 2, como está essa produção e quando pretende começar a mostrar?

- Você quase fez esse lançamento já no Radioca, mas preferiu focar no 'Roteiro...". Como vai ser esse show aqui em Salvador? É sua primeira apresentação por aqui?

- Tem duas coisas que sempre pedimos para nossos convidados. Uma é que destaque duas de suas músicas e que falasse um pouco delas.

- A outra coisa que sempre pedimos é para você falar de dois artistas da atual musica brasileira e falasse um pouco deles.

30 de junho de 2018Nenhum comentário

Festival Radioca anuncia datas de sua 4ª edição e inicia venda “às cegas”

Evento ocorrerá nos dias 10 e 11 de novembro e oferece preço especial para quem adquirir passaporte antes da divulgação de atrações.

“Vem chegando!”. Com este mote de anúncio e convite ao mesmo tempo, o Festival Radioca, confirmado para 10 e 11 de novembro, em Salvador, coloca à venda uma cota limitada de passaportes para os dois dias de evento, com preço para quem confia. Aqueles que apostam na oportunidade certeira de assistir a um total de oito shows da música contemporânea brasileira, antes mesmo de conhecer os nomes das atrações, poderão pagar o valor de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) para garantir entrada em ambas as datas. Os ingressos estão disponíveis em www.sympla.com.br/radioca2018.

A curadoria do festival, que se origina no programa de rádio homônimo veiculado pela Educadora FM Bahia, é assinada pelo jornalista Luciano Matos e pelos músicos Roberto Barreto e Ronei Jorge. Para a seleção da grade, eles buscam seguir a lógica do programa e apresentar artistas relevantes que o público interessado ainda não teve a chance de conhecer, unindo gente que está despontando ou em reinvenção na carreira.

O evento também monta uma feira com produtos de música, moda, gastronomia e artes, além de promover debates e oficinas, num final de semana de imersão em sons inventivos e diversos.

Pelo terceiro ano, o Festival Radioca tem patrocínio da Natura, por meio do Natura Musical – plataforma dedicada à música brasileira – e do Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. “Desde 2017, o programa patrocina festivais que trazem aos palcos uma diversidade de artistas e bandas capazes de amplificar debates contemporâneos. Eventos como o Festival Radioca ampliam as oportunidades de palco para os artistas e contribuem para a formação e ampliação de um público jovem para a música brasileira”, completa Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

As três edições anteriores do Radioca receberam nomes como Curumin, Siba, Anelis Assumpção, Quartabê, OQuadro, Far From Alaska, Metá Metá, Apanhador Só, Rincon Sapiência, Karina Buhr, Giovani Cidreira, Jards Macalé e Dona Onete, com grande sucesso de público e crítica.

IV FESTIVAL RADIOCA
10 e 11 de novembro de 2018 em Salvador, Bahia
Vendas às cegas: PASSAPORTE VEM CHEGANDO
R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Válido para os dois dias de evento
Até o dia 5 de julho ou esgotamento da cota
Disponível em www.sympla.com.br/radioca2018

29 de junho de 2018Nenhum comentário

Inscrições abertas para showcases diurnos na SIM São Paulo 2018

Desde 2013, a maior feira de negócios de música da América Latina oferece espaço para apresentações artísticas em formato de showcases.

Prepare seu material de apresentação e inscreva-se aqui!
O que são showcases?

São shows curtos, de 20 minutos de duração, com uma única finalidade: promover o artista para o mercado da música. Na SIM, eles são gratuitos e também abertos ao público em geral, mas são realizados, principalmente, para chamar a atenção das centenas de profissionais da indústria musical de vários lugares do Brasil e do mundo presentes na Semana Internacional de Música de São Paulo todos os anos. São eles: programadores de festivais, donos de casas de shows, selos, editoras, jornalistas, entre outros, de mais de 20 países.

Em 2018, mais uma vez, 27 bandas serão escolhidas para tocar entre os dias 6 e 8 de dezembro dentro da programação diurna do evento, que acontece no Centro Cultural São Paulo.

A cada ano, a procura por uma vaga nos showcases diurnos aumenta. Na edição de 2017, a SIM São Paulo recebeu 1.215 inscrições de artistas e bandas. Destas, 1.150 nomes eram nacionais, de várias partes do Brasil, e 65 internacionais, de 17 países. Linn da Quebrada, Tim Bernardes, Molho Negro, Tiê, Larissa Luz e Giovani Cidreira foram alguns dos selecionados.

Quer concorrer a uma vaga na lista de 2018? As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de agosto e o resultado será divulgado nos nossos canais de web dia 03 de setembro.

21 de novembro de 2017Nenhum comentário

Pela primeira vez em Salvador, Francisco, El Hombre é atração do ‘Noites de Radioca’

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Após a bem-sucedida terceira edição de seu Festival, o Radioca volta com mais uma produção na capital baiana. Desta vez é o projeto Noites de Radioca, que retorna trazendo o elogiado grupo Francisco, El Hombre. Mesclando músicos de São Paulo e do México, o grupo vem a Salvador pela primeira vez, num show que integra a turnê “Eita Fudeu”. Marcado para o dia 24 de novembro, sexta-feira, às 22 horas, no Portela Café, a noite terá ainda Jadsa Castro & A Monstra e o DJ Camilo Fróes como atrações. Os ingressos já estão à venda e custam R$ 30 antecipado no Sympla e R$ 35 na bilhetaria.

Como uma boa banda de estrada, os shows são os melhores locais para se conhecer a potência do Francisco, el Hombre, verdadeiras explosões rítmicas, com um misto de sonoridades brasileiras e latinas. As letras, cantadas em português e espanhol, também se tornaram peça fundamental na conexão latino-americana e abordam o momento político e social do Brasil. Nesta turnê, eles estão apresentando o primeiro disco da carreira, “Soltasbruxa”, lançado em 2016 com produção de Zé Nigro e participação especial de Liniker e do grupo Apanhador Só. Um dos destaques do álbum é a música de “Triste, louca ou má”, uma espécie de hino feminista, que ganhou um clipe gravado em Cuba que já contabiliza mais de 3 milhões de views no YouTube. A música, inclusive, está na trilha-sonora da nova novela das 21 horas da TV Globo, “O Outro Lado do Paraíso”.

A banda, formada pelos irmãos mexicanos Sebastián e Mateo Piracés-Ugarte e pelos brasileiros Juliana Strassacapa, Andrei Kozyreff e Rafael Gomes, vem de uma sequência de apresentações pelo Norte-Nordeste e finalmente aporta na capital baiana. Com mais de 600 apresentações no currículo nos últimos dois anos, a banda já se apresentou em alguns dos principais festivais do país, como Rec Beat (Recife – PE), Virada Cultural de São Paulo, Festival DoSol (Natal – RN), El Mapa de Todos (Porto Alegre – RS), Bananada e Vaca Amarela (Goiânia – GO) e Festival Tenho Mais Discos que Amigos! (Brasília – DF). Foi destaque também em festivais latino-americanos América x Su Musica (Havana – Cuba), Imesur (Santiago – Chile) e FimPro (Guadalajara – México), além de shows por Argentina e Uruguai.

O outro show da noite será de Jadsa Castro & A Monstra, que já haviam sido atração do festival Radioca em outubro. A cantora e compositora baiana usa os próprios sentimentos como objeto de estudo para as obras musicais e ilustrações de sua autoria. Também costuma incluir ao seu estado de espírito a Bahia, as cores, os orixás e frutas. O show apresenta seu primeiro trabalho solo, “GODÊ”, lançado em 2015. O DJ Camilo Fróes, da festa Baile Esquema Novo, completa a programação.

Projeto
O Noites de Radioca, que já trouxe para Salvador nomes como Boogarins (GO), The Baggios (SE) e Rieg (PB) é, junto do festival, um braço do programa Radioca. Apresentado e produzido pelo jornalista Luciano Matos e pelos músicos Roberto Barreto e Ronei Jorge, vai ao ar todos os sábados, meio dia, e domingos, às 19 horas, na Educadora FM, 107.5, e também está disponível no site www.radioca.com.br. Assim como o programa e o festival, o projeto Noites de Radioca tem a missão é de apresentar novas bandas e artistas para o público de Salvador. Mais uma vez o projeto é uma parceria do programa com a Tropicasa produções.

Serviço:
Noites de Radioca - Francisco, el Hombre (SP) + Jadsa Castro & A Monstra
Dj: Camilo Fróes
Portela Café – Rua Itabuna, 304, Rio Vermelho
Dia 24 de novembro (sexta-feira), às 22h
Ingressos: R$30 (antecipado pelo sympla) e R$ 35 na bilheteria

 

4 de setembro de 2017Nenhum comentário

Festival Radioca demonstra ousadia no line-up em sua terceira edição

Diversidade e ineditismo são os motes do festival patrocinado pelo Natura Musical

 A terceira edição do Festival Radioca traz shows e artistas inéditos ao Trapiche Barnabé, em Salvador, nos dias 7 e 8 de outubro. Uma janela para a produção musical brasileira contemporânea, o evento terá 10 atrações musicais, feira com produtos de música, moda, gastronomia e artes, debates e oficina. O segundo lote de ingressos está à venda no site Sympla e as entradas custam R$40 e R$20 (meia entrada).

O line-up apresenta um apanhado abrangente do que se produz na música brasileira atualmente, unindo estilos como RAP, guitarrada paraense, rock, música instrumental e pop. No sábado (7.10), sobem ao palco Livia Nery (BA), Pio Lobato (PA) tendo como convidado Lucas Estrela (PA), Raimundo Sodré (BA), Far From Alaska (RN) e Rincon Sapiência (SP). Já no domingo (8.10), se apresentam Jadsa Castro (BA), Mopho (AL), Quartabê (SP), Curumin (SP) e Metá Metá (SP).

“Acho que nossas escolhas são amarradas por três características: diversidade, qualidade e ineditismo”, explica o jornalista Luciano Matos, um dos curadores do festival, originado do programa de rádio homônimo da Educadora FM, apresentado também pelos músicos Ronei Jorge e Roberto Barreto, que completam o time da curadoria. “É nossa intenção provocar o público, unindo estilos diferentes como a guitarrada de Pio Lobato, o rock do Far From Alasca e o RAP de Rincon Sapiência num mesmo dia. Acreditamos na força do festival como conceito, de um espaço interessante para conhecer coisas novas”, completa.

O III Festival Radioca é patrocinado pelo segundo ano pela Natura, por meio do Natura Musical - plataforma dedicada à música brasileira - e pelo Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. “Estamos renovando o modelo de atuação do Natura Musical e suas parcerias com o objetivo de ampliar as oportunidades de palco para nossos artistas e contribuir para a formação e ampliação de público para a música brasileira”, explica Fernanda Paiva, gerente de marketing institucional da Natura. “A parceria com eventos enraizados regionalmente nos ajuda a ter um alcance maior no País, com grande representatividade e capilaridade”, complementa.

As duas edições anteriores receberam nomes como Siba, Anelis Assumpção, OQuadro, Apanhador Só, Karina Buhr, Giovani Cidreira, Jards Macalé e Dona Onete, entre outros, e foram sucesso de público e crítica. Nesta edição, são esperadas 5 mil pessoas nos dois dias do evento, que toma o charmoso e histórico Trapiche Barnabé, na região portuária da cidade.

A ideia de fortalecer o mercado independente da música vai além dos shows, com a realização de debates, uma oficina inédita de fotografia de shows musicais e uma feira de produtos de música, moda e design. “Entendemos o festival como uma plataforma de desenvolvimento do mercado da música e uma vitrine do Brasil para a Bahia e da Bahia para o Brasil, mostrando para o país a cena fértil que acontece por aqui”, conclui Carol Morena, coordenadora do Radioca.

Serviço

III Festival Radioca

Quando? 7 e 8 de outubro, 16h

Quem? Livia Nery (BA), Pio Lobato (PA) convida Lucas Estrela (PA), Raimundo Sodré (BA), Far From Alaska (RN) e Rincon Sapiência (SP) [7.10]; Jadsa Castro (BA), Mopho (AL), Quartabê (SP), Curumin (SP) e Metá Metá (SP) [8.10].

Onde? Trapiche Barnabé (Av. Jequitaia, n. 5, Comércio – Salvador, BA)

Quanto? R$40 e R$20 (meia entrada)

 

Vendas:

Sympla: https://www.sympla.com.br/radioca2017

Lojas Mito: Shoppings Paralela e Bela Vista; todos os dias das 9h às 22h.

Midialouca: Rua Fonte do Boi, Rio Vermelho; de segunda a sábado, das 8h às 0h.

Somos Coletivo Criativo: Shopping da Bahia; de segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingos, das 13h às 21h.

Oliveiras: Rua Direita do Santo Antônio; de quinta a sábado, de 18h a 1h, um domingo por mês, de 14h a 22h.

19 de julho de 2017Nenhum comentário

Curumin é o primeiro confirmado do Festival Radioca 2017

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O cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista paulistano Curumin é o primeiro nome confirmado na programação do III Festival Radioca, que acontecerá nos dias 7 e 8 de outubro, no Trapiche Barnabé. O artista apresentará o show do recém-lançado “Boca” (Natura Musical), seu quarto álbum, que conta com participações de Russo Passapusso, Anelis Assumpção e Rico Dalasam, entre outros.

Com uma programação mais extensa que nos anos anteriores, o Radioca contará com 10 shows, além de atividades de formação e feira com produtos de música, moda, gastronomia e artes. O festival, aliás, aposta na credibilidade da curadoria dos músicos Beto Barreto e Ronei Jorge e do jornalista Luciano Matos e inicia nessa terça (18.07) a venda às escuras de um lote promocional limitado de passaportes (R$60 e R$30/meia entrada para os dois dias de evento) no site sympla.com.br.

O III Festival Radioca é patrocinado pela Natura, por meio do Natura Musical, e Governo do Estado, por meio do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. O patrocínio faz parte da estratégia do programa da Natura de fortalecer projetos que atuam na formação, ampliação de público e inovação do consumo de música. “A parceria com eventos enraizados regionalmente nos ajuda a ter um alcance maior, com grande representatividade e capilaridade”, explica Fernanda Paiva, gerente de marketing institucional da marca.

III Festival Radioca
7 e 8 de outubro
Trapiche Barnabé
Lote promocional – passaporte para os dois dias: R$60 / R$30 (meia entrada)
Vendas: sympla.com.br

4 de novembro de 2016Nenhum comentário

II Festival Radioca faz apanhado da música brasileira contemporânea

O evento acontece nos dias 3 e 4 de dezembro, no Trapiche Barnabé, em Salvador, com nomes como Jards Macalé, Aláfia e Dona Onete no line-up

festival radioca

 Em sua segunda edição, o Festival Radioca se consolida como espaço de encontro entre o público baiano e a música brasileira contemporânea em sua diversidade de estilos. Nos dias 3 e 4 de dezembro, às 16h, oito atrações de várias partes do país se apresentam no Trapiche Barnabé (Av. Jequitaia, n. 5, Comércio – Salvador). As entradas custam R$30 e R$15 (meia) e estão disponíveis no site Sympla, nas lojas Mito (shoppings Salvador e Paralela) e RV Cultura e Arte (Av. Cardeal da Silva, 158, Rio Vermelho).

Originado do programa de rádio de mesmo nome (Educadora FM, domingos, às 19h), o festival prima igualmente pela diversidade, sem apostar em apenas um único estilo. Para formar esse “colorido de sonoridades”, estão na programação nomes como Giovanni Cidreira (BA), com sua mistura de MPB setentista, soul music e indie rock, e a sonoridade universal de Josyara (BA), fortemente influenciada por ritmos tradicionais brasileiros, ambos uma safra recente da música baiana. A surf music dos Retrofoguetes (BA), banda instrumental que mistura tango, mambo, jazz, polca, bossa nova, cinema e quadrinhos, completa o time da Bahia.

Um dos objetivos do Radioca é trazer trabalhos inéditos para a cidade, caso de “Selvática”, disco mais recente de Karina Buhr (PE), que não teve apresentações em Salvador, e da banda Carne Doce (GO), que ainda não foi vista por aqui, dois trabalhos com fortes discursos feministas. Outra atração inédita é a big band Aláfia (SP), com seu rap-funk-de-terreiro e suas letras que expõem tensões e contradições da sociedade contemporânea.

Completam o line-up dois veteranos cujos trabalhos soam atualíssimos. O sempre vanguardista Jards Macalé apresenta clássicos do seu repertório e músicas raras gravadas nos anos 1970. O show é fruto do lançamento de ‘’Jards Macalé - Anos 70’’ (Selo Discobertas), box que reúne fonogramas raros e inéditos e reedições de seus dois primeiros álbuns, lançados na década de 1970. Dona Onete (PA), que aos 76 anos é a musa da música paraense contemporânea, traz seu carimbó chamegado, cheio de sensualidade.

“Acreditamos que o Brasil vive um ótimo momento na música, com uma produção fértil e criativa. Tentamos trazer nomes que achamos relevantes e que tenham trabalhos interessantes”, explica o jornalista Luciano Matos, que divide a curadoria com os músicos Roberto Barreto (BaianaSystem) e Ronei Jorge, apresentadores do programa de rádio e profissionais atuantes no cenário da música independente nacional.

Além das apresentações musicais, debates e workshops sobre a produção musical contemporânea, encontros e geração de negócios, uma feira de produtos de moda, gastronomia e artes também fazem parte da programação do evento, que tem patrocínio do Governo da Bahia e Skol, através do programa FazCultura, e é realizado pela Tropicasa Produções.

Sobre as apresentações

Carne Doce
O grupo goiano formado pelo casal Salma Jô (voz) e Macloys Aquino (guitarra), João Victor Santana (guitarra), Ricardo Machado (bateria) e Aderson Maia (baixo) se apresenta pela primeira vez em Salvador no II Festival Radioca, no dia 3 de dezembro, no Trapiche Barnabé.  Com dois discos – Carne Doce (2014) e Princesa (2016) – a banda faz um indie rock marcado pela poesia das letras de Salma. O show por aqui será baseado no disco mais recente, que traz forte discurso feminista e aborda temas como tirania, sexo e aborto.

JosyAra
Natural de Juazeiro, a cantora, compositora, arranjadora e instrumentista JosyAra mistura na sua música ritmos brasileiros de diversas regiões, principalmente do sertão, a sonoridades mais universais. Seu trabalho é influenciado por por artistas como Gal Costa, Chico César, Caetano Veloso, Cátia de França e Belchior.

Para o show no Radioca, estará acompanhada dos músicos Tomás Bastos, no baixo, e Ariel Coelho, na percussão e bateria. Ao invés do violão, que ela costuma tocar em suas apresentações, a guitarra completa o power trio e promete arranjos mais rock’n’roll. No repertório, canções de seu primeiro disco (UniVersos, 2012) e novas composições. O show contará também com participações especiais de músicos baianos na percussão e nos sopros.

Jards Macalé
Moderno na essência, inquieto e irreverente, Jards Macalé sempre esteve ligado aos principais nomes da vanguarda cultural. Sua obra se mantém atual e é cada vez mais valorizada, com discos reeditados e remasterizados, conquistando novas gerações interessadas no melhor da cultura musical brasileira das últimas décadas.

Neste show, Jards sobe ao palco do Festival Radioca, para o lançamento da caixa ‘’Jards Macalé - Anos 70’’ (Selo Discobertas). Acompanhado por Domenico Lancelotti na bateria e Alberto Continentino no baixo, Jards Macalé presenteia o público de Salvador com apresentação em primeira mão de algumas músicas raras gravadas em 1970. No repertório ainda composições essenciais como Farinha do Desprezo, Movimento dos Barcos, 78 Rotações, Hotel das Estrelas, Negra Melodia e Mal Secreto.

Karina Buhr
Karina Buhr traz para Salvador o show de “Selvática”, seu terceiro álbum solo, lançado em 2015, trabalho guiado pela temática feminista e totalmente autoral. Baiana, criada em Recife e radicada em São Paulo, Karina tem uma fértil carreira como cantora, compositora, escritora, ilustradora e atriz. Sua presença de palco marcante garante sempre performances arrebatadoras. No palco do Radioca, estará acompanhada por MAU (baixo), Bruno Buarque (bateria), André Lima (teclados), Fernando Catatau (guitarra), Edgard Scandurra (guitarra) e Guizado (trompete).

Giovani Cidreira
Giovani Cidreira apresenta o seu trabalho de cantor, compositor e arranjador no II Festival Radioca, no dia 04 de dezembro. Músico atuante no cenário soteropolitano e ex-vocalista da banda Velotroz, segue em carreira solo desde 2014, produzindo um estilo que mistura, dentre outras coisas, MPB setentista, soul music e indie rock. No repertório do show, uma mistura de músicas do EP “Giovani Cidreira” (2014) com canções de seu primeiro álbum solo, que será lançado em 2017. Além de Giovani na voz, violão e teclado, a banda é composta por Lelo Brandão (baixo), Junix Costa (guitarra), Normando Mendes (trompete) e um baterista surpresa.

Retrofoguetes
Surf music, tango, mambo, jazz, polca e bossa nova se misturam no trabalho dos Retrofoguetes, grupo instrumental surgido em Salvador em 2002. Atualmente formada por  Morotó Slim (guitarra), Julio Moreno (guitarra), Fábio Rocha (baixo) e Rex (bateria), a banda faz um som extremamente visual e bem-humorado, com ambientação no cinema, quadrinhos e antigos seriados de TV. No Radioca, eles apresentam repertório do seu disco mais recente “Enigmascope – Volume 1” (2016), mescladas a músicas dos discos anteriores, “Ativar Retrofoguetes” (2003) e “Chachachá” (2009).

Aláfia
Formada por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Jairo Pereira (voz), Xênia França (voz), Lucas Cirillo (gaita), Alysson Bruno (percussão), Pedro Bandera (percussão), Pipo Pegoraro (guitarra), Felipe Gomes (bateria), Gil Duarte (trombone e flauta), Fabio Leandro (teclados), Gabriel Catanzaro (baixo) e Vinícius Chagas (saxofone), a big band paulista Aláfia faz um som que mistura a linguagem das ruas com a ancestralidade afro-brasileira. Rap, música de terreiro, MPB e funk são costurados por letras que expõem tensões e contradições da sociedade contemporânea. Com dois discos, “Aláfia” (2013) e “Corpura” (2015), o grupo se apresenta pela primeira vez em Salvador no Festival Radioca.

Dona Onete
Musa da nova geração da música paraense e criadora do “carimbó chamegado”, Dona Onete acrescenta uma pitada de sensualidade e letras sobre o amor aos sons amazônicos. Aos 76 anos, em suas performances serelepes e sensuais, é acompanhada por talentos da música paraense: Pio Lobato, na guitarra; Vovô, na bateria; JP, na percussão amazônica; Breno Oliveira, no contra-baixo, e Daniel Serrão, no teclado e sax. Norepertório, canções do álbum “Feitiço Caboclo” (2012), como “Proposta indecente”, “Amor brejeiro”, “Poder da sedução”, “Moreno Morenado”, “Feitiço Caboclo” e “Jamburana”, além de canções do seu segundo álbum, “Banzeiro”, lançado neste ano, como “É no sabor do beijo”, “Tipití”, “Rio das Flores” e “Banzeiro”.

Governo da Bahia e Skol apresentam
II Festival Radioca
Quando? 3 e 4 de dezembro, 16h
Quem? Josyara, Carne Doce, Jards Macalé e Karina Buhr (03.12) e Giovanni Cidreira, Retrofoguetes, Aláfia e Dona Onete (04.12)
Onde? Trapiche Barnabé (Av. Jequitaia, n. 5, Comércio – Salvador, BA)
Quanto? R$30 e R$15 (meia)
Vendas: Sympla, lojas Mito (shoppings Salvador e Paralela) e RV Cultura e Arte (Av. Cardeal da Silva, 158, Rio Vermelho)