Radioca #21

Posted in Ouça o programa on March 30th, 2009 by radioca


Se o Radioca dessa vez não traz um tema claro, ele traz uma discussão muito interessante sobre o mercado de discos, a partir do texto colocado abaixo e de um outro artigo. Além do papo, o programa faz um panorama ainda mais amplo do que costuma da música brasileira atual. Nomes de relevância de várias partes do país, um de cada estado, de Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, melhor, de estilos os mais diversos. Dando uma idéia do que vem sendo produzido Brasil afora. Veja o que rolou e ouça abaixo:

Cascadura (BA) – Se Alguém o Ver Parado
Mopho (AL) – Não Mande Flores
Lacertae (SE) – O Danado
Bonsucesso Samba Clube (PE) – O Samba Chegou
Eleonora Falcone (PB) – Invisível Tatuagem
Wander Wilder (RS) – Eu não Consigo ser Alegre o Tempo Inteiro
Realejo Quartet (CE) – Samba da Vez
Graveola e O Lixo Polifônico (MG) – Amaciar Dureza (CD lançamento)
Graveola e O Lixo Polifônico (MG) – Insensatez, A Mulher que Fez (CD lançamento)
Zé Maria (ES) – Vermelha
Du Souto (RN) – Ye mãe já

Perdeu no dial? Ouça aqui:

Programa #21 – Parte 1: [audio="http://www.popup.mus.br/radioca/radioca21a.mp3"]
Programa #21 – Parte 2: [audio="http://www.popup.mus.br/radioca/radioca21b.mp3"]
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Qual o Futuro da Música?

Posted in Uncategorized on March 18th, 2009 by radioca

A revista Bravo desse mês puxa uma das responsáveis pelo papo que rola nesse domingo no Radioca. Uma discussão atual sobre os rumos da música. Veja o texto que saiu na revista, de autoria do jornalista Arthur Dapieve, sobre o futuro da música. Certo ou não, rende um bocado e o Radioca aborda um pouco do tema. O que você acha? Qual o Futuro da Música?

Qual o Futuro da Música?
O grupo Radiohead, que vem neste mês ao Brasil, abriu a temporada de previsões sobre as mudanças na arte de compor e veicular canções. Músicas vendidas sem um preço definido e lançadas na internet, artistas sobrevivendo de shows: saiba o que faz sentido e o que é só especulação

Arthur Dapieve

O já clássico CD In Rainbows não prometia apenas um pote de ouro ao fim da jornada. Lançado em outubro de 2007, o sétimo e mais recente álbum de estúdio do grupo britânico Radiohead, que vem neste mês ao Brasil, acenava para o mundo da música com toda uma nova província repleta de minas de ouro. Primeiro, o grupo disponibilizou o disco inteiro para download na sua página na internet. O fã poderia pagar o que quisesse, a partir de nada. Se, no entanto, pagasse 40 libras (cerca de R$ 130 hoje), recebia em casa uma edição especial com In Rainbows em CD e em dois LPs de 45 rpm, mais um CD de faixas-bônus e dois encartes. Multicoloridos, naturalmente.

Foi uma jogada criativa, ousada e, não fosse o Radiohead oriundo da universitária Oxford, intelectualizada: ao mesmo tempo em que na prática propunha um novo estilo de comercialização, o esquema desafiava o internauta: “Quanto você acha que vale o nosso trabalho?”. A partir dessa antevisão de um possível futuro, os profetas do ramo se lançaram a inúmeras predições de curto ou curtíssimo prazo. Portanto, um ano e meio depois do lançamento de In Rainbows, e às vésperas dos longa e ansiosamente aguardados shows do grupo no Rio de Janeiro e em São Paulo (leia mais sobre a banda a partir da página 34), faz sentido checar a realidade de dez delas.

1- O método de vender música sem que ela tenha um preço definido vai se popularizar, estabelecendo uma relação direta de mercado?
TALVEZ. Popularizar talvez não seja bem a palavra. Multiplicar, sim. Porque, sejam elas grandes ou pequenas, somente bandas com um público fiel (cada vez mais raras) podem se arriscar numa empreitada como In Rainbows. Nela, do mesmo modo que o artista tem de confiar no fã a fim de não receber uma banana em troca, o fã tem de confiar no artista para gastar o seu ganha-pão. Por ter cultivado a audiência em 20 anos de carreira, o Radiohead foi extremamente bem-sucedido. Botou o disco na internet, captou dinheiro sem a custosa intermediação de sua antiga gravadora (a EMI), despachou os kits especiais pagos pelos fãs mais abonados e ainda botou o CD nas lojas. Então, para surpresa quase geral, In Rainbows de cara atingiu o topo das paradas inglesa e americana em janeiro de 2008. Nos EUA, isso correspondeu a 122 mil cópias vendidas “normalmente”, isto é, no balcão. Menos da metade que Hail to the Thief, de 2003, vendeu na sua primeira semana. Mais do que o Radiohead teria vendido se não tivesse posto In Rainbows para download, como declarou na ocasião um dos empresários da banda, Bryce Edge, ao New York Times. Naturalmente, outros tipos de comércio direto entre artistas e fãs já existem e são viá¬veis (vendas em sites próprios ou na porta de concertos, consórcio de ouvintes etc.), mas em todos eles a lacuna “preço” já vem preenchida. Quem mais se arrisca a dar a cara a tapa?

2- O CD vai mesmo acabar em cinco anos? Qual será o impacto cultural disso?
NÃO. Apesar de gigantes do ramo, como a Warner, trabalharem com a perspectiva de o CD sumir da face da Terra nesse prazo, tal cenário apocalíptico é cada vez menos provável. O que (não) aconteceu com o vinil agora serve de paradigma para o que (não) vai acontecer com o CD. Em meados dos anos 80, dizia-se que este varreria aquele do mercado. Embora, no primeiro momento, isso quase tenha se concretizado, o LP foi voltando, e voltando com força cada vez maior, a ponto de alguns dos principais lançamentos de 2007 (como Favourite Worst Nightmare, dos Arctic Monkeys, um fenômeno da internet) terem vendido mais em vinil do que em CD na Grã-Bretanha. Logo, o CD deve-se tornar outro importante nicho, abastecido por selos como o americano Light in the Attic e suas caprichadíssimas reedições, de Karen Dalton ou Betty Davis. Uma das razões para isso é que o CD ainda tem uma qualidade sonora muito maior do que a música disponível na internet para download — o que faz com que ele proporcione uma experiência musical muito mais rica (veja item 10). De qualquer forma, a quebra do virtual monopólio do CD no mercado já gerou importantes mudanças culturais.

3- Os artistas deixarão de pensar sua obra em álbuns e pensarão música a música?
SIM. E essa é uma das mais importantes mudanças culturais. De certa forma, porém, essa também é uma volta às raízes. Até os anos 40, a música era comercializada uma a uma (normalmente com um lado B de contrapeso). Os artistas as lançavam em compactos, ou singles, de 45 rpm. A partir do advento dos espaçosos LPs de 33 rpm é que os mais bem-sucedidos passaram a reunir seus compactos já testados e aprovados pelo público nesse “álbum”. Alguns elevaram essa maneira de pensar ao status de arte, concebendo álbuns em que todas as músicas se interligavam, criando um conceito — como os Beatles em Sgt. Peppers. Com o tempo, o próprio álbum tornou-se moeda corrente: qualquer zé-mané estreante gravava logo um LP inteiro sem ter feito por merecê-lo. Muita música ruim foi produzida dessa forma… Mesmo artistas competentes nem sempre conseguiram estar lá muito inspirados por dez ou 12 faixas seguidas. E tome encheção de linguiça… Nos anos 70, a crítica musical dizia com frequência que duas ou três faixas já justificavam, por si sós, a aquisição de determinado LP; hoje, ela seria apedrejada se sugerisse algo parecido. Álbuns continuarão existindo, claro, mas cada vez mais restritos a quem tem algo a dizer.

4- E os ouvintes mais jovens, da geração iPod? Eles já têm esse tipo de relação com a música? Faixa a faixa, e não por álbum?

SIM. A garotada já nasceu num mundo em que o compacto voltou a imperar. Assim, cada música precisa ganhar a sua disputadíssima atenção… Antes de logo ser trocada por outra, como no shuffle do iPod. Se, por exemplo, o guri ouve Beirut pela primeira vez na minissérie Dom Casmurro, não vê por que comprar o EP Lon Gisland importado. (EP é o meio-termo entre o compacto e o álbum.) Elephant Gun, a música usada na TV, é baixada sozinha. Entretanto, ela é bonita o bastante para atiçar a sua curiosidade por mais músicas compostas por Zach Condon… Esse guri nada hipotético pode baixar o EP e os dois álbuns do Beirut inteiros… E, se virar fã de carteirinha e quiser melhor qualidade de som, ainda pode, quem sabe, comprar os CDs… Mais uma vez, o talento separa o joio do trigo. Pirataria? Pirataria é copiar discos em série para vender.

5- Em vez de CDs, os artistas lançarão seus trabalhos em sites?
SIM. Isso tem acontecido cada vez mais. Não só como possibilidade de venda direta, mas, sobretudo, como teste/aperitivo de uma música. Se bem recebida pelos fãs, tal música pode, ou não, vir a fazer parte de um álbum “à moda antiga”. No Brasil, por exemplo, Leoni tem feito isso regularmente em seu site, à base de uma nova música por mês. Até agora, ele já apresentou sete novas canções (como a bela É Proibido Sofrer, parceria com a sua mulher, a atriz Luciana Fregolente) e vai disponibilizar para download gratuito mais cinco. As12 devem formar o seu próximo álbum, um álbum já testado e aprovado na internet.

6- Com esses lançamentos em sites, haverá interatividade como nos CDs do Beck?
TALVEZ. No já longínquo final de 2004, Beck vazou Guero na internet, num mix provisório. Em março do ano seguinte, o álbum foi lançado física e oficialmente. Seguiram-se uma edição especial, com sete faixas extras, som 5.1 e arte interativa, e um disco de remixes, Guerolito. Sem falar nas incontáveis versões feitas por fãs. Foi um auê. De lá para cá, o americano tornou-se um dos artistas que melhor pensam a passagem de uma cultura digital ainda baseada em suportes concretos para uma cultura inteiramente digital, quase abstrata. “São formatos diferentes e inspiram abordagens distintas”, disse à revista Wired em 2005. “É hora de o álbum abraçar a tecnologia.” CDs que “abrem” conteúdo exclusivo (e passivo) na internet não eram novidade quando ele lançou Guero. Contudo, Beck vislumbrou um futuro mais complexo. Tão complexo, aliás, que por enquanto bem poucos conseguiram chegar a ele. Um dos que chegaram foi o cantor Trent Reznor, do grupo Nine Inch Nails. Entre outras coisas, ele ofereceu jogos de realidade virtual e fez os fãs remixarem suas músicas.

7- Vão acabar os popstars, os artistas que marcam uma geração, como os Beatles nos anos 60 ou Madonna nos 90? Iniciaremos uma era de cauda longa em que cada vez mais artistas venderão cada vez menos de seus discos, como escreveu o jornalista americano Chris Anderson?
NÃO. O rabo cresceu, ampliou-se e vai continuar espichando, certamente: dia a dia, há cada vez mais candidatos a ídolos em oferta enquanto a procura dos fãs é cada vez mais dispersa. Nos tempos pré-digitais já vinha sendo mais e mais difícil “chegar lá” porque os termos de comparação são sempre cumulativos: cada garoto que pega numa Fender Stratocaster pela primeira vez hoje tem de se medir por todos os outros garotos que pegaram numa Fender Stratocaster antes dele, não só com Eric Clapton — ao menos se quiser viver disso. Com a cultura digital, a competição se tornou mais dramática, mas ainda há vagas para ídolos. Os Arctic Monkeys, por exemplo, que se popularizaram a partir do boca-a-boca gerado na internet, bem podem ser os grandes astros desta geração. E a web alarga o espaço para fenômenos localizados, para estrelinhas como Mallu Magalhães.

8- A facilidade dos arquivos digitais acelera o processo de banalização da música?
SIM. Desde que a música passou a ser gravada, em fins do século 19, esse processo está em andamento. Antes do advento das gravações, ouvir música implicava sair de casa, reunir-se aos concidadãos, apreciar uma execução única de uma obra de Brahms. Havia uma dimensão meio sagrada nisso. Com os discos físicos, a música passou a ser consumida a qualquer momento, em casa, solitariamente, em família ou entre amigos, em torno do último LP dos Beatles. Ainda havia algo de mágico e misterioso nesse tour. Hoje, os aparelhos portáteis com fones de ouvido carregam Britney Spears o tempo todo, por todos os lugares, num vício solitário. Escuta-se tanta música que já não se ouve quase música alguma. Nossa sociedade tem horror ao silêncio, talvez por nele pressentir a morte. “O resto é silêncio”, diz Hamlet. Porém, é o silêncio que dá sentido à música.

9- O artista viverá dos shows e não das gravações?
SIM. Essa já é uma realidade há bastante tempo para os nomes bem-sucedidos, como Caetano Veloso ou Paralamas do Sucesso. Tanto que, diante da crise em suas outrora infinitas terras, algumas gravadoras pressionaram para se tornar sócias de seus contratados também nas turnês. Todavia, o caso mais criativo e notório é o da Banda Calypso, que pirateia os próprios discos. Os vendedores que correm ruas e praias do Norte-Nordeste com sistemas de som armados sobre carrinhos estimulam o público a ir aos seus shows, que são onde de fato Joelma e Chimbinha ganham a vida.

10- Os novos formatos desprezam frequências da música, levando à perda da riqueza e da profundidade do som?
SIM. O arquivo mais comum, o de 256 kbps, comprime a música de tal forma que joga fora as frequências nas “beiradas” do espectro, as mais agudas e as mais graves — que, no entanto, são preservadas no CD e, em menor grau, até no velho LP. No MP3, fica uma maçaroca monótona, chapada, que tende a cansar o ouvido e fazer toda música soar como a mesma. O Radiohead, na hora de dar In Rainbows de presente, comprimiu-o mais, em 160 kbps. Não dava para amplificar e tocar na festinha. Por outro lado, em 2008, quando o Nine Inch Nails ofereceu o álbum Slip para download gratuito (“como agradecimento pelo apoio constante” dos fãs), já o fez em cinco formatos: do MP3 de alta qualidade ao Wave 24/96, som melhor do que o de um CD — desde, é óbvio, que se tenha um bom som acoplado ao computador, não umas caixinhas de papel. Arquivos pesados afugentam o ouvinte casual, certo, mas quem ama a música de paixão precisa deles: ouvir, de verdade, o que o artista tem a dizer e reagir a isso emocionalmente ainda é a experiência interativa por excelência.

Radioca #20 – Bate-papo com Pedro Sá

Posted in Uncategorized on March 17th, 2009 by radioca


Produtor de elogiados álbuns como “Cê” de Caetano Veloso, e “Uma Coisa Só” de Quito Ribeiro, guitarrista em trabalhos os mais diversos, como a Orquestra Imperial e a própria banda de Caetano, o carioca Pedro Sá foi o convidado especial do programa Radioca no último domingo. Ele já fez parte de bandas como Mulheres Que Dizem Sim, tocou com Lenine, com o Acabou La Tequila, toca em centenas de projetos e vem se destacando como músico e como produtor da nova geração. O Radioca bateu um papo descontraído com este que é, um dos grandes nomes da música brasileira contemporânea. Seus trabalhos citados provam isso. Colaborador e agregador, ele fala um pouco de seu trabalho como produtor, sua visão da música brasileira atual, dá indicações de bandas e artistas bacanas e conta um pouco de sua trajetória e de sua experiência tanto no mainstream quanto no meio independente. Veja o que rolou e ouça abaixo:

Kassin + 2 – Água
Mulheres Q Dizem Sim – E.T.
Acabou La Tequila – Biscoito
Los Hermanos – Cadê Teu Suin?
Quito Ribeiro – Santinha
Jonas Sá – Vs
Rubinho e Força Bruta – O Preço da Flor
Siba – Bloco da Bicharada
Orquestra Imperial – Supermercado do Amor
Pio Lobato – Recado para Lúcio Maia
Mestres da Guitarrada – Toca Aí
Mulheres Q Dizem Sim – SOS

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Programa #20 – Parte 2: [audio="http://www.popup.mus.br/radioca/radioca20b.mp3"]
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A entrevista integral com Pedro Sá também está disponível aqui:
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Radioca #19 – Especial de mulheres

Posted in Uncategorized on March 9th, 2009 by radioca


O programa Radioca presta homenagem ao dia das mulheres com uma programação toda focada nelas. Cantoras, intérpretes, instrumentistas, de estilos e estados diversos da música brasileira. No repertório desde o som percussivo vindo de Pernambuco das meninas da Comadre Fulozinha, passando pela neo-bossa do grupo carioca Casino até o punk d´As Mercenárias. Tem ainda Karine Alexandrino, Mallu Magalhães, Marina de La Riva, Baby do Brasil, as baianas Manuela Rodrigues e Marcela Bellas. No lançamento da semana, o disco da cantora paraense radicada em Salvador Claudia Cunha. Já o quadro Árvore Genealógica traz a cantora Cássia Eller e uma de suas influenciadas, Andrea Martins, com a banda Canto dos Malditos na Terra do Nunca. Veja o que rolou e ouça abaixo:

Comadre Fulozinha (PE) – É ou Não É
Isaar (PE) – Um Céu de Estrelas
Casino (RJ) – Samba Dada
Karine Alexandrnio (CE) – Producta – Sonho e Fumaça
Claudia Cunha (BA) – Aioká
Claudia Cunha (BA) – Ganga-Zumbi
Mallu Magalhães (SP) – O Preço da Flor
Manuela Rodrigues (BA) – Só Bermudas
Marcela Bellas (BA) – Me Leve
Cássia Eller (RJ) – Rubens
Canto dos Malditos na Terra do Nunca (BA) – Como Seria
Marina de La Riva (RJ) – Sonho Meu
Baby do Brasil (RJ) – Ele Mexe Comigo
Mercenárias (PB) – Lembranças

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Radioca #18

Posted in Ouça o programa on March 6th, 2009 by radioca


Depois do Carnaval, o Radioca voltou a sua programação normal, com seus quadros e muita música de qualidade de várias partes do país. Aliás, já é uma característica do programa fazer um apanhado de produções de quase todos os estados e regiões do Brasil, o que pode ser visto claramente nesse programa. Tem de tudo, além de artistas de origens diversas, tem estilos bem diferentes, todos dentro do espectro da música brasileira contemporânea. Nesse programa tem um mini-especial falando da Cena do Paraná, voltamos com o quadro árvore genealógica e mostramos um pouco de tudo, melhor conferir, veja o que rolou e ouça abaixo:

Academia da Berlinda (PE) – Academia da Berlinda
Kassin + 2 (RJ) – Água
Relespública (PR) – Nós Estamos Aqui
Copacabana Club (PR) – Just Do It
China (PE) – Contrainformação
O Círculo (BA) – A Janela
BNegão & Seletores de Freqüência (RJ) – Seletores de Frequência
Fernanda Takai (MG) – Lindonéia
Vanguart (MT) – Semáforo
Cabruera (PB) – Erectus Cactus
Rebeca Matta (BA) – Garotas Boas Vão pra o Céu Garotas Más Vão para Qualquer Lugar
Carlinhos Brown (BA) – Cumplicidade de Armário
Lan Lan (RJ) – Ela me Falou
Chico César (PB) – Marcha da Calcinha/ Cueca

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Radioca #17 – especial de Carnaval (2)

Posted in Ouça o programa, Uncategorized on March 4th, 2009 by radioca

Em pleno Carnaval, o Radioca foi ao ar, com o segundo especial de Carnaval ,caindo no samba, frevo, deboche, carimbó e tudo mais. Um passeio pelos ritmso carnavalescos, tocando um pouquinho de tudo. Mais uma vez forte presença de Pernambuco, Rio de Janeiro e Bahia. Confiram:

Gilberto Gil – Frevo Rasgado
Spok Frevo Orquestra – Ela Me Disse
Siba e a Fuloresta – Bloco da Bicharada
Lucas Santtana – Inho Inho
Quito Ribeiro – Neuro Europeu
Clara Nunes – Brasil Mestiço, Santuário da Fé
Mariene de Castro – Abre Caminho
Cortejo Afro – Combustível
Marcelo Camelo – Copacabana
Wado – Recado
Mestre Aldo Sena – Beliscando
Filhos de Gandhy e Gilberto Gil – Patuscada de Gandhy
Jorge Alfredo e Chico Evangelista – Rasta Pé
Trio Mocotó – Desapareça
Sarajane – Merengue do Deboche
Márcia Castro – Frevo (Pecadinho)
Novos Baianos – Pout Porrit

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